Dia 15/12/2011 a EMEF Perpetuo Socorro realizou uma almoço de confraternização entre a comunidade, professoras, alunos e alguns convidados especiais e eu tive a honra de ser uma dessas convidados, entre outras pessoas que de uma forma ou de outra ajudaram a EMEF Perpetuo Socorro ter esse sucesso que apresentou no ano de 2011, juntamente comigo estavam presentes nada menos que o Srº Prefeito Municipal Cezar Schirmer e o meuá amigos Secretario de Educação Proº Titi Rothe e minha chefe e “anja” da guarda Profª Gisele, Superintende de Ensino da SMED. O almoço servio também para comemorar as conquistas despostivas alcançadas pelas Equipes da Escola, Parabéns a Profª Daniela, diretora da Escola e toda sua equipe, e que 2012 chegue cheio de novas conquistas para a escola.
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sábado, 17 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Professores são educadores, não babás
Autor do 2º artigo mais compartilhado no Facebook em 2011, americano diz que pais desrespeitam regras de escolas, pondo em risco o futuro dos filhos
Ron Clark e seus alunos: em defesa de mais cooperação entre pais e professores
"Hoje, existe uma preocupação grande com a auto-estima da criança. Por isso, muitas pessoas se vêem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade"
O segundo artigo mais compartilhado em 2011 por usuários americanos do Facebook foi escrito por um professor, Ron Clark .
Mais de 600.000 pessoas curtiram o texto na rede, escrito a pedido da rede de TV CNN e intitulado "O que os professores realmente querem dizer aos pais". O artigo descreve um cenário de guerra, travada entre pais e professores. Na visão de Clark, os pais vêm transferindo suas responsabilidades para a escola, sem, contudo, aceitar que seus filhos se submetam de fato às regras da instituição. Por isso, assim que surge a primeira nota vermelha ou uma advertência, invadem a sala de aula culpando os professores – a pretexto de preservar a reputação e o orgulho de seus filhos. "Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a auto-estima das crianças", diz o professor, na entrevista concedida a VEJA.com e reproduzida a seguir. "Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas." Clark conhece sua profissão. Aos 39 anos, vinte deles dedicados à carreira, o americano já lecionou na zona rural da Carolina do Norte, nos subúrbios de Nova York e atualmente comanda uma escola modelo no estado da Geórgia que oferece treinamento a educadores. Graças à função, manteve, desde 2007, contato com cerca de 10.000 educadores de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros.
Em seu artigo, o senhor fala de um ambiente escolar em que pais e professores não se entendem mais. O que tornou a situação insustentável, como o senhor descreve? A sociedade se transformou. Hoje, vemos pais muito jovens, temos adolescentes que se vêem obrigados a criar uma criança sem ao menos estarem preparados para isso. São pessoas imaturas. Por outro lado, temos famílias abastadas, em que pais trabalham fora e são bem-sucedidos profissionalmente. Pela falta de tempo para lidar com os filhos, empurram toda a responsabilidade da educação para a escola, mas querem ditar as regras da instituição. Ou seja, eles querem que a escola eduque, mas não dão autonomia a ela.
Que tipo de comportamento dos pais irrita os professores? Acho que o ponto principal são as desculpas que os pais criam para livrar os filhos das punições que a escola prevê. Se um aluno tira nota baixa, por exemplo, ou deixa de entregar um trabalho, os pais vão à escola e descarregam todo tipo de desculpa: dizem que o filho precisava se divertir, que a escola é muito rigorosa ou que a criança está passando por um momento difícil. Ou, ainda, culpam os professores, dizendo que eles não são capazes de ensinar a matéria. Mas nunca culpam seus próprios filhos. É muito frustrante para os professores ver que os pais não querem assumir suas responsabilidades.
Problemas com notas são bastante freqüentes? Sim. Certa vez tive uma aluna que estava indo mal em matemática. A mãe dela justificou-se dizendo que, na escola em que a filha estudara antes, ela só tirava boas notas, sugerindo, assim, que o problema éramos nós, os novos professores. Infelizmente, essa idéia se instalou na nossa sociedade. Se a nota é boa, o mérito é do aluno; se é baixa, o problema está com o professor. E quando as notas ruins surgem, os pais ficam furiosos com os professores. O resultado disso é que muitos profissionais estão evitando dar nota baixa para não entrar em rota de colisão com os pais, que nos Estados Unidos chegam a levar advogados para intimidar a escola.
Os pais poupam os filhos de lidar com fracassos? Hoje, existe uma preocupação grande com a auto-estima da criança. Por isso, muitas pessoas se vêem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade. Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas. Precisamos estar mais atentos a excelência acadêmica e menos preocupados com a auto-estima das crianças.
Que conselho o senhor dá aos professores? É possível evitar que os pais surtem diante de notas ruins e do mau comportamento dos filhos se for construída uma relação de confiança. Em vez de só procurar os pais quando as crianças vão mal na escola, oriento que os professores conversem com os responsáveis também quando a criança vai bem. Na minha escola, procuro conhecer os pais de todos os meus alunos. Procuro encontrá-los com freqüência e envio cartas a eles com boas notícias. Assim, quando tenho que dizer que a criança não está rendendo o esperado, eles me darão credibilidade e confiarão na minha avaliação.
É possível determinar quando termina a responsabilidade dos pais e começa a da escola? As duas partes precisam trabalhar em conjunto. Os pais precisam da escola e a escola precisa do apoio da família para realizar um bom trabalho. Um conselho que sempre dou aos pais é que nunca falem mal da instituição de ensino ou do professor na frente dos filhos. Se a criança ouve os próprios pais desmerecerem seus mestres, perde o respeito por eles. O contrário também é verdadeiro. Os professores precisam respeitar os pais, porque eles são parte fundamental na educação de uma criança.
Em algumas situações a discussão sobre responsabilidades da família e da escola surge com muita força. Em casos de bullying, por exemplo, pais e professores trocam acusações. Sobre quem recai a maior parte da responsabilidade nesses casos? A minha resposta novamente é que precisamos trabalhar em conjunto. Quando o bullying acontece na escola, é obrigação dos professores intervir imediatamente. Mas muitos não agem assim porque querem evitar conflitos com os pais. E isso é muito grave. O bullying está devastando nossas crianças. Precisamos combatê-lo. Para que os professores tenham liberdade para agir, precisam do apoio dos pais. Mas você sabe o que acontece? Muitas vezes, quando os pais são chamados na escola para serem alertados de que seu filho está praticando bullying contra um colega de classe, o que ouvimos é: "Mas qual o problema disso? Tenho certeza de que outros colegas também zombam do meu filho e ele não se sente mal por isso." Mais uma vez, vemos os pais se esquivando da responsabilidade.
A que o senhor atribui o sucesso do artigo que estourou no Facebook? Eu escrevi o que todos os professores tinham vontade de dizer aos pais, mas não podiam dizer, porque isso os enfureceria. O que eu fiz foi dar voz a milhões de profissionais. Fiquei sabendo que muitas escolas imprimiram o texto e enviaram uma cópia a cada família. Na internet, pessoas de outros países também compartilharam a minha mensagem.
O senhor criou uma escola modelo, a Ron Clark Academy. Como é a relação de seus professores com os pais? Procuramos estabelecer uma relação próxima. Como eu disse, estamos constantemente em contato com os pais, nos bons e nos maus momentos. Também promovemos encontros semanalmente, nos quais ofereço aos pais a oportunidade de assistir a uma aula na escola, destinada exclusivamente a eles, para que acompanhem o que está sendo ensinado a seus filhos. Ou seja, trabalhamos muito para conquistar uma relação harmônica. Não estou dizendo que é fácil lidar com os pais. Alguns deles podem ser bem malucos.
O senhor, na sua escola, recebe professores de diversas partes dos Estados Unidos e também de outros países, como o Brasil. Além dos problemas de relacionamento com os pais, do que mais professores de todo o mundo reclamam? As avaliações tiram o sono dos professores. Não sei exatamente como funciona no Brasil, mas nos Estados Unidos os professores são constantemente cobrados a melhorar o desempenho de suas escolas em testes padronizados. E todo o processo educacional passa a girar em torno de algumas provas. Isso é massacrante, para os alunos e para os professores. Os professores precisam de mais diversão na sala de aula.
sábado, 10 de dezembro de 2011
FORMATURA EJA EMEF JULIO DO CANTO 2011
CONCLUSÃO EJA EMEF JULIO DO CANTO
ACONTECEU DIA 07/12/2011 AS 20h O ENCERRAMENTO DA ETAPA IV DO EJA DA EMEF JULIO DO CANTO, ONDE FOI FEITO UMA SOLENIDADE MUITO EMOCIONANTE, A DIRETORA PROFª RUTH FEZ UMA FALA QUE FOI DE DEIXAR TODOS COM NÓ NA GARGANTA POIS SALIENTOU O QUANTO SEUS ALUNOS SÃO IMPORTANTE PARA A ESCOLA, E COMO SE SENTE REALIZADA AO VER ESTES ALUNOS CONCLUINDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE MANEIRA BRILHANTE, SABENDO DE TODAS AS DIFICULDADES QUE AQUELES JOVENS, SENHORAS E SENHORES PASSARAM PARA CHEGAREM ATÉ ALI, E PEDIU PARA QUE TODOS NÃO PARASSE POIS A VIDA É UMA ETERNA CONQUISTA. EU NÃO PODERIA DEIXAR DE ME FAZER PRESENTE NUM EVENTO TÃO IMPORTANTE COMO A CONCLUSÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DA EJA, POIS COMO A PROFª RUTH, SEI TAMBÉM O DESAFIO QUE É PARA TODOS AQUELES ALUNOS CONCLUÍREM UMA ETAPA TÃO IMPORTANTE EM SUAS VIDAS, TENDO QUE ENFRENTAR O CANSAÇO DO DIA- DIA DE TRABALHO, O FRIO E A CHUVA DE MUITAS NOITES, E ELES DEMONSTRARAM PERSISTÊNCIA PARA SUPERAREM TODOS ESSES OBSTÁCULOS, E FOI BASEADO NESTES FATORES QUE FIZ MINHA FALA. COMO TAMBÉM NÃO PODERIA DEIXAR DE RESSALTAR QUE UM DIA ANTERIOR A EMEF JULIO DO CANTO CONQUISTOU DE FORMA BRILHANTE A 4ª COPA EJA. PARABÉNS A TODA EQUIPE DIRETIVA, SUPERVISÃO, PROFESSORAS, FUNCIONARIAS E ESPECIALMENTE TODOS OS ALUNOS DA ESCOLA JULIO DO CANTO.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
ENCERRAMENTO JOGOS ESCOLARES MUNICIPAIS
ENCERRAMENTO JOGOS ESCOLARES MUNCIPAIS
Aconteceu dia 07/12 a premiação dos Jogos Escolares Municipais, onde foram entregue as premiações para as Escolas Municipais vencedoras, no CDM, e como já é de costume estávamos presente para prestigiar as Escolas vencedoras. Onde estivemos representando o Secretario Professor Titi Roth, do qual nos sentimos muito honrada e agradecida, pois, somos da área de educação física e nos sentimos muito feliz em poder ver que o esporte escolar renasceu com muita força na SMEd, sob a coordenação do Profº Narhyon.
Queremos aqui parabenizar todas as Escolas Municipais que participaram dês do mês de maio, das diversas modalidades desportivas oferecidas nos Jogos Escolares Municipais, independente das colocações alcançadas, pois o que mais importa é a participação e a integração que esse tipo de atividade promove entre os estudantes das Escolas Municipais, e com a certeza que 2012 serão ainda melhor estes eventos promovidos pela SMED
FINAL IV COPA EJA
Escola Municipal Júlio do Canto é campeã da 4ª Copa EJA. Prefeito entrega troféu e medalhas
| A Prefeitura Municipal de Santa Maria, através da Secretaria de Educação, promoveu na noite desta terça (6), a etapa final da 4ª Copa EJA. A disputa, que aconteceu a partir das 19h, no Ginásio do Centro Desportivo Municipal (CDM), envolveu as escolas de Ensino Fundamental Edy Maia Bertóia, Adelmo Simas Genro e Júlio do Canto e a Escola Municipal de Aprendizado Industrial (EMAI). A premiação da escola vencedora aconteceu às 22h, com a presença do Prefeito Cezar Schirmer, do secretário de Educação, João Luiz Roth e dos organizadores do evento. A Copa EJA também contou com o apoio da Secretaria da Juventude, Esporte, Lazer, Criança e Adolescente.
Com torcida organizada, formada por diretores, professores e comunidade escolar, sagrou-se vencedora a Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio do Canto. O time que defendeu o colégio recebeu troféu e medalhas das mãos do chefe do Executivo e do secretário Roth. Na segunda posição, ficou a EMEF Adelmo Simas Genro e em terceiro lugar a Escola Municipal de Aprendizagem Industrial (EMAI) (confira abaixo o resultado dos jogos).
Antes da entrega do troféu e medalhas às escolas vencedoras, os organizadores do evento prestaram uma homenagem especial ao prefeito Cezar Schirmer. O chefe do Executivo recebeu uma placa de reconhecimento “pelo apoio e incentivo na realização do evento”, das mãos da professora Luci Duartes, idealizadora do evento, e do professor Narion Corrêa, coordenador da Copa EJA.
Na ocasião, o prefeito agradeceu a homenagem e cumprimentou todos os participantes. Schirmer ressaltou a importância do esporte na vida dos estudantes. “Cumprimento a todos que competiram com entusiasmo e persistência, isso é um aprendizado para a vida”, disse Schirmer. Já o secretário de Educação João Luiz Roth definiu a prática esportiva como um instrumento educacional essencial para o desenvolvimento do jovem. “O esporte funciona como um diferencial na vida da pessoa”, assinalou Roth.
A 4ª Copa EJA iniciou no dia 24 de maio e contou com 40 jogos, envolvendo 200 alunos e 15 escolas. O secretário Roth ressalta que a Copa EJA é um dos principais instrumentos de combate à evasão escolar. “Só pode jogar quem está matriculado e frequentando a escola”, acentua Roth.
Etapa Final:
1º jogo
Júlio do Canto 5 X 4 EMAI
Com torcida organizada, formada por diretores, professores e comunidade escolar, sagrou-se vencedora a Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio do Canto. O time que defendeu o colégio recebeu troféu e medalhas das mãos do chefe do Executivo e do secretário Roth. Na segunda posição, ficou a EMEF Adelmo Simas Genro e em terceiro lugar a Escola Municipal de Aprendizagem Industrial (EMAI) (confira abaixo o resultado dos jogos).
Antes da entrega do troféu e medalhas às escolas vencedoras, os organizadores do evento prestaram uma homenagem especial ao prefeito Cezar Schirmer. O chefe do Executivo recebeu uma placa de reconhecimento “pelo apoio e incentivo na realização do evento”, das mãos da professora Luci Duartes, idealizadora do evento, e do professor Narion Corrêa, coordenador da Copa EJA.
Na ocasião, o prefeito agradeceu a homenagem e cumprimentou todos os participantes. Schirmer ressaltou a importância do esporte na vida dos estudantes. “Cumprimento a todos que competiram com entusiasmo e persistência, isso é um aprendizado para a vida”, disse Schirmer. Já o secretário de Educação João Luiz Roth definiu a prática esportiva como um instrumento educacional essencial para o desenvolvimento do jovem. “O esporte funciona como um diferencial na vida da pessoa”, assinalou Roth.
A 4ª Copa EJA iniciou no dia 24 de maio e contou com 40 jogos, envolvendo 200 alunos e 15 escolas. O secretário Roth ressalta que a Copa EJA é um dos principais instrumentos de combate à evasão escolar. “Só pode jogar quem está matriculado e frequentando a escola”, acentua Roth.
Etapa Final:
1º jogo
Júlio do Canto 5 X 4 EMAI
2º jogo
Edy Maia Bertóia 4 X 6 Adelmo Simas Genro
3º jogo
Edy Maia Bertoia 2 X 3 EMAI
4º Jogo
Júlio do Canto 3 X 2 Adelmo Simas Genro
Campeã (1º Lugar)
EMEF Júlio do Canto
Edy Maia Bertóia 4 X 6 Adelmo Simas Genro
3º jogo
Edy Maia Bertoia 2 X 3 EMAI
4º Jogo
Júlio do Canto 3 X 2 Adelmo Simas Genro
Campeã (1º Lugar)
EMEF Júlio do Canto
2º Lugar
EMEF Adelmo Simas Genro
EMEF Adelmo Simas Genro
3º Lugar
Escola Municipal de Aprendizagem Industrial (EMAI
Escola Municipal de Aprendizagem Industrial (EMAI
ENCONTRO DE FORMAÇÃO: "ESCOLA E DESAFIOS EDUCACIONAIS" / UNIFRA 06/122
ENCONTRO DE FORMAÇÃO: ESCOLA E DESAFIOS EDUCACIONAIS
DIA 06/12/2011 ACONTECEU A ULTIMA ETAPA DO ENCONTRO DE FORMAÇÃO: ESCOLA E DESAFIOS EDUCACIONAIS, NA UNIFRA, ONDE FORAM TRABALHADO OS TERMAS: PELA PARTE DA MANHA : “O ECA NO COTIDIANO ESCOLAR” E PELA TARDE “NORMAS DE CONVIVÊNCIA E SUAS RELAÇÕES COM O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO”. AMBOS OS TEMAS TIVE O PRAZER DE MINISTRAR AS OFICINAS, O QUE PARA MIM SERVIU COMO UM RECONHECIMENTO DOS TRABALHO QUE VENHO REALIZANDO A 16 ANOS NAS ESCOLAS MUNICIPAIS. NO PUBLICO PARTICIPANTE ENCONTRAVAM-SE PROFESSORAS MUNICIPAIS, EQUIPES DIRETIVA, ORIENTADORAS EDUCACIONAIS, ALUNOS DA UNIFRA E ALUNOS QUE FAZEM PARTE DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA (PIDID).
O ECA NO COTIDIANO ESCOLAR
DO QUE TRATA A LEI: Dos direitos das crianças e dos adolescentes.
Lei criada por juristas: Juízes, Promotores Advogados, e pessoas que se dizem entender de crianças e adolescentes porem faltou nesse grupo a figura primordial o(a) pedagoga(o), professor (a)
ECA: Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990
OBS: Juridicamente falando, todo o direito vem precedido de um dever, para os jurista isso esta subtendido
O Ensino Fundamental segundo o ECA tem a obrigatoriedade de ser cursado até o 9º ano ou 8ª série.
A família responsável pelo(a) adolescente tem a obrigatoriedade de manter seus pupilos na Escola até concluir o Ensino Fundamental ou até atingir 18 anos.
ONDE ENCAMINHAR ALUNOS FALTOSOS: AO CONSELHO TUTELAR
COMO ENCAMINHAR: ATRAVÉS DA FICHA DE COMUNICAÇÃO DE ALUNO INFREQÜENTE- FICAI -
NORMAS DE CONVIVÊNCIA E SUAS RELAÇÕES COM O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA
Político por que diz respeito à arte e à ciência de governar – Ele prevê e dá uma direção à gestão da escola.
Pedagógico por que diz respeito à reflexão sistemática sobre as práticas educativas: dá sentido e rumo às práticas educativas, contextualizadas culturalmente
“O projeto representa a oportunidade de a direção, a coordenação pedagógica, os professores e a comunidade, tomarem sua escola nas mãos, definir seu papel estratégico na educação das crianças e jovens, organizar suas ações, visando a atingir os objetivos que se propõem. É o ordenador, o norteador da vida escolar”.
Libâneo(2002)
Para que você possa contextualizar as normas de convivência de uma instituição de ensino elas devem estar dentro do Projeto Político Pedagógico, e conseqüentemente serem aprovadas por toda comunidade escolar, e para que isso possa acontecer estas normas devem ser elaboradas em conjunto, Equipe Diretiva, Professores, Alunos, Funcionários e os demais membros de uma comunidade escolar, pais, responsáveis pelos educandos.
E estas normas necessitam da aprovação do Conselho Municipal de Educação e ter parecer favorável do Ministério Publico da Promotoria Especializada da Infância e Juventude.
O Regimento Escolar é o documento que define a organização e o funcionamento da Instituição Escolar, em seus aspectos administrativos e pedagógicos, tendo como base a legislação educacional vigente. Nele devem constar as NORMAS DE CONVIVÊNCIAS.
“ A ação disciplinar fundamenta-se em reflexões sobre o mundo contemporâneo, cultural e vivencias de valores morais e éticos, pois convive-se atualmente com a incerteza, com a insegurança do discernimento entre o certo e o errado. Os problemas e conflitos atuais evidenciam, a cada dia, a urgência de [re]significar a concepção de disciplina, resgatar a compreensão de seu papel formador e utilizá-la em toda sua potencialidade educativa. No centro desta crise encontra-se principais fundamentos.”
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Encontro de Formação: Escola e Desafio Educacional "Sexualidade e Saúde.
Dia 28/11/2011 aconteceu mais uma etapa do ENCONTRO DE FORMAÇÃO: ESOLA E DESAFIOS EDUCACIONAIS, desta vez tratando do tema “SEXUALIDADE E SAÚDE” trabalho realizado pela Profª Janice.
· Educação Sexual nas Escolas é trabalhada como tema transversal.
· Alunos de hoje tem mais curiosidade sobre sexo que os do passado;
· Famílias não estão preparadas para enfrentarem esse desafio “falar sobre sexo”;
· Educadores têm certo receio de como abordar esse tema “sexo”;
· Reação das famílias é uma incógnita quanto filhos chegam em casa falando que o professor falou sobre o tema “sexo”
· Decreto nº 6.286/2007: Obrigatoriedade de trabalhar sexualidade nas escolas.
· EDUCAÇÃO SEXUAL: Ocorre desde o nascimento;
· ORIENTAÇÃO SEXUAL: Processo formal.
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